segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

J´aime Paris - (Verbe venir)


  

 J´AIME PARIS

Aimer la France, c´est facile ! 
Par contre, conjuguer quelques verbes c´est une autre histoire ! :)

Que reste-t-il de nos amours... et du bon vieux temps où 
nous savions par coeur  la conjugaison 
du verbe VENIR  même à l'imparfait du subjonctif ? 

(Il fallait) que je vinsse, que tu vinsses, qu'il vînt, 
que nous vinssions, que vous vinssiez, qu'ils vinssent.

* ... Que nous vinssions !!! C´est dur, dur, de parler français! :) :)



En épilogue : sachez utiliser l'imparfait du subjonctif à bon escient et avec modération !


- il est à éviter absolument avec le verbe savoir.


une blague classique :


-"Docteur, mon mari est cloué au lit et je voudrais que vous le vissiez !"




l'imparfait du subjonctif 

- Il aurait fallu que vous vinssiez. 
mais encore eût-il fallu pour cela que vous fussiez au courant !
Ce qui aurait été le cas, si vous eussiez écouté. .

- J'aimerais que tu fisses ce travail
afin que je pusse t'en féliciter,
et qu'enfin nous allassions tous ensemble nous promener dans les bois. 

- J'attendais que le ciel se dégageât
et que le soleil apparût ,
mais hélas de gros nuages persistèrent à assombrir le ciel.
Maintenant, je souhaite que nous rentrions. 


En épilogue : sachez utiliser l'imparfait du subjonctif à bon escient et avec modération !

- il est à éviter absolument avec le verbe savoir.

- une blague classique :
- 'Docteur, mon mari est cloué au lit et je voudrais que vous le vissiez !"
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Imparfait du subjonctif - cours



† L’imparfait du subjonctif n’est presque plus utilisé de nos jours. Il appartient au langage très soutenu. On le remplace de plus en plus par le subjonctif présent.
Néanmoins, vous pouvez le rencontrer lors de vos lectures classiques… ou l’utiliser pour impressionner vos interlocuteurs.


Voici donc les règles de son emploi.


† On emploie le subjonctif imparfait dans une subordonnée introduite par un verbe
  • au passé
  • ou au conditionnel.
Je voulais …
Je voulus ….
Je voudrais …… que tu vinsses(imparfait du subjonctif)
J’aurais voulu …
J’eusse voulu …
(temps du passé ou conditionnel)




† Par contre, si la subordonnée est introduite par un verbe au présent de l’indicatif, il faudra employer le subjonctif présent.

Je veux ……que tu viennes(présent du subjonctif)
(indicatif présent)



† Voici les conjugaisons du subjonctif imparfait.


Il faut partir de la conjugaison du passé simple :

Chanter –––> il chanta –––> je voudrais…que je chantasse
que tu chantasses
qu’il chantât
que nous chantassions
que vous chantassiez
qu’ils chantassent



Prendre –––> il prit –––> je voudrais…que je prisse
que tu prisses
qu’il prît
que nous prissions
que vous prissiez
qu’ils prissent



Tenir –––> il tint –––> je voudrais…que je tinsse
que tu tinsses
qu’il tînt
que nous tinssions
que vous tinssiez
qu’ils tinssent



Courir –––> il courut –––> je voudrais…que je courusse
que tu courusses
qu’il courût
que nous courussions
que vous courussiez
qu’ils courussent

 Conjuguez les verbes entre parenthèses au subjonctif imparait 


http://www.francaisfacile.com/exercices/exercice-francais-2/exercice-francais-16430.php


Tristeza - Fernando Pessoa

TRISTEZA 
Fernando Pessoa


" Falo-me em versos tristes,
Entrego-me a versos cheios
De névoa e de luar;
E esses meus versos tristes
São tênues, céleres veios
Que esse vago luar
Se deixa pratear.

Sou alma em tristes cantos,
Tão tristes como as águas
Que uma castelã vê
Perderem-se em recantos
Que ela em soslaio, de pé,
No seu castelo de prantos
Perenemente vê. . .
Assim as minhas magoas não domo
Cantam-me não sei como
E eu canto-as não sei porquê.

Fernando Pessoa
Em Poesia do Eu
- Obra essencial de Fernando Pessoa
Editora Assírio & Alvim – 2006 –"



Saudade - (Pe. Ferdinando Mancílio)


" SAUDADE ...
é a manifestação do amor!

Há algo que nos dá insegurança e nos intimida: a saudade!
Mas, ao mesmo tempo, ela é a força que constrói, que nos liga, 
nos aproxima uns dos outros.


Por Pe. Ferdinando Mancílio, C.Ss.R



Ela é um sinal claro do amor para com a pessoa. 
A saudade é algo que se construiu por dentro, que se foi enraizando dia após dia. 
Se há saudade é porque houve proximidade e presença. 

Nós somos feitos para ter saudade, pois não fomos feitos para o isolamento. 
Aliás, nas grandes cidades estamos justapostos e isolados ao mesmo tempo. 
É nesse ambiente moderno que a saudade tem seu importante papel, 
pois nos faz redescobrir a importância existencial do outro. 


A saudade é a manifestação do amor que foi cultivado nas relações humanas.

Num contexto de sinceridade e de liberdade, a saudade ganha seu significado, 
enquanto a relação de harmonia entre as pessoas 
é um sinal de algo que foi cultivado além da aparência externa. 

Saudade é o que foge do que é medido só pela razão. 

Sentir saudade das pesoas é também sentir saudade de Deus. 
Seu amor incansável para conosco 
é um conforto nas horas em que sentimos uma saudade maior. 

Não há, pois, algo mais sublime do que  a saudade 
como manifestação do amor para com as pessoas e para com Deus. 

Sentir saudade é alegrar-se com um encontro.
Sentir saudade é alegrar-se na aurora do novo dia que seja. 


Saudade é o não ao individualismo.
Mesmo lembrando-se de alguém que já se foi, nossa relação de amor não se acaba. 


No mais profundo de nossa existência, 
a saudade é manifestação de nossa relação de amor. 


A saudade é o caminho que aproxima 
e que estabelece a relação de amor sincero e transparente 
que deve existir sempre entre todos nós."

22/11/2011 - Campanha dos Devotos
Fonte texto e foto: http://www.a12.com/blog/campanhadosdevotos/saudade-a-manifestacao-do-amor
(Texto fragmentado e adaptado em 9 de janeiro de 2011)



quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Ornitorrinco


ORNITORRINCO






ORNITORRINCO

" Ornitorrinco (Ornithorhynchus anatinus) é um mamífero da família (Ornithorhynchidae) da ordem Monotremada. È um animal incomum, por algumas características bem peculiares. O ornitorrinco é mamífero, ou seja, a fêmea da espécie alimenta os filhotes com seu leite. Porém a fêmea do ornitorrinco não dá a luz aos filhotes. Ela põe ovos. Aliás, o ornitorrinco tem o bico semelhante ao dos patos, que são ovíparos.

O ornitorrinco vive na beira de rios, córregos e riachos na Austrália e na Ilha da Tasmânia. Locomove-se bem em terra e na água. É um ótimo nadador graças a seus pés palmados e a sua cauda em forma de remo, podendo ficar submerso por até 5 minutos. Ao entrar na água, esse curioso animal fecha os olhos e o ouvido. Sua pele espessa o protege embaixo da água.


Para botar e chocar seus ovos, de um a três de cada vez, a fêmea cava um túnel que pode chegar a 1,8 m de profundidade, sendo que geralmente a entrada principal desse “ninho” fica embaixo da água. Os ovos medem de 2 a 2,5 cm, são moles, e parecidos com os ovos de tartarugas e cobras.
Somente enquanto está dentro do ovo, o ornitorrinco possui um único dente na ponta do bico, o chamado dente do ovo, que lhe serve apenas para furar a casca do ovo, perdendo-o logo em seguida. Quando os filhotes nascem, a fêmea usa a cauda para puxá-los para junto de si, com o objetivo de amamentá-los. Os filhotes ficam meses no ninho, pois nascem cegos e pelados. São desmamados quando chegam a aproximadamente 30 cm.
Todos os quatro pés do ornitorrinco têm garras, e cada pata tem cinco dedos. Os machos apresentam um sexto dedo nas patas traseiras, no qual existem exporões venenosos, que o animal usa para sua defesa.


O ornitorrinco alimenta-se de vermes, girinos, moluscos, crustáceos, peixinhos e insetos que captura no fundo dos rios e córregos. Quando adultos, os ornitorrincos não tem dentes, por isso, usa as placas córneas das maxilas para a mastigação.
Pouco sabe-se a respeito da reprodução dos ornitorrincos. O que se sabe é que ele só esta preparado para a reprodução após os sete anos. Na época de reprodução, normalmente nos meses de julho e agosto, seus órgãos reprodutores, tanto dos machos quanto das fêmeas aumentam de tamanho.
Considerando a cauda, o ornitorrinco pode chegar a medir 60 cm de comprimento. Ele chega a viver por 15 anos. "

Fonte: http://www.infoescola.com/mamiferos/ornitorrinco/

Ornitorrinco recém nascido

  Esqueleto de um ornitorrinco

Esporão venenoso do ornitorrinco macho.

ORNITORRINCO

" O Ornitorrinco (nome científico: Ornithorhynchus anatinus, do grego: ornitho, ave + rhynchus, bico; e do latim: anati, pato + inus, semelhante a: "com bico de ave, semelhante a pato") é um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia. É o único representante vivo da família Ornithorhynchidae, e a única espécie do gênero Ornithorhynchus. Juntamente com as équidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos existentes. A espécie é monotípica.

O ornitorrinco possui hábito crepuscular e/ou noturno. Carnívoro, alimenta-se de insetos, vermes e crustáceos de água doce. Possui diversas adaptações para a vida em rios e lagoas, entre elas as membranas interdigitais, mais proeminentes nas patas dianteiras. É um animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca; os adultos não possuem dentes. A fêmea não possui mamas, e o leite é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais. Esporões venenosos nas patas estão presentes nos machos e são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores.

As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste. Hoje, ele é um ícone nacional da Austrália, aparecendo como mascote em competições e eventos e em uma das faces da moeda de vinte centavos do dólar australiano. É uma espécie pouco ameaçada de extinção. Recentes pesquisas estão sequenciando o genoma do ornitorrinco e pesquisadores já descobriram vários genes que são compartilhados tanto com répteis como com as aves. Mas cerca de 82% do seus genes são compartilhados com outras espécies de mamíferos já sequenciadas, como o cachorro, a ratazana e o homem.

O ornitorrinco é endêmico da Austrália, onde é encontrado no leste de Queensland e Nova Gales do Sul, no leste, centro e sudoeste de Victoria, Tasmânia, e Ilha King. Foi introduzido no extremo oeste da ilha Kangaroo, entre 1926 e 1949, onde ainda mantém uma população estável. A espécie está extinta na Austrália Meridional, onde era encontrada nas Colinas de Adelaide e na Cordilheira do Monte Lofty.

A espécie é dependente de rios, córregos, lagoas e lagos. A distribuição geográfica mostra considerável flexibilidade tanto na escolha do habitat quanto na adaptabilidade a uma variação de temperatura. A espécie é capaz de enfrentar tanto as altas temperaturas das florestas tropicais de Queensland, como áreas montanhosas cobertas por neve em Nova Gales do Sul. A distribuição atual do ornitorrinco mudou muito pouco desde a colonização da Austrália, e continua a ocupar grande parte de sua distribuição histórica."


Descrição Ornithorhynchus anatinus - Copyright (c) 1995 E.Lonnon.
Data - 2005-08-20 (original upload date)
Origem- Originally from en.wikipedia; description page is/was here.
Autor - Original uploader was Elonnon at en.wikipedia
Permissão- Released under the GNU Free Documentation License.







Chega de Saudade - Tom Jobim


CHEGA DE SAUDADE

Tom Jobim

Vai minha tristeza e diz a ela
que sem ela  não pode ser,
diz-lhe numa prece que ela regresse,
porque eu não posso mais sofrer.
Chega de saudade, a realidade
É que sem ela não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar,
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei
Na sua boca, dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser, milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é pra acabar com esse negócio de você viver sem mim
Não quero mais esse negócio de você longe de mim...




Tristeza (Niltinho)


 


TRISTEZA
Composição: Haroldo Lobo  -  Niltinho

Tristeza, por favor vá embora
Minha alma que chora está vendo o meu fim
Tristeza, por favor vá embora
Minha alma que chora está vendo o meu fim
Fez do meu coração a sua moradia
Já é demais o meu penar
Quero voltar àquela vida de alegria
Quero de novo cantar


http://www.youtube.com/watch?v=4eST67Xuz-4
(Toquinho -Festival de Jazz de San Javier 2006.
Homenaje a Vinicius de Moraes. Toquinho con Vanda Breder. - )

*** *** ***


A FELICIDADE
Tom Jobim
Tristeza não tem fim , Felicidade sim
A felicidade é como a gota
De orvalho numa pétala de flor
Brilha tranquila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
A felicidade do pobre parece
A grande ilusão do carnaval
A gente trabalha o ano inteiro
Por um momento de sonho
Pra fazer a fantasia
De rei ou de pirata ou jardineira
e tudo se acabar na quarta feira
Tristeza não tem fim, Felicidade sim
A felicidade é como a pluma
Que o vento vai levando pelo ar
Voa tão leve
Mas tem a vida breve
Precisa que haja vento sem parar
A minha felicidade está sonhando
Nos olhos da minha namorada
É como esta noite
Passando, passando
Em busca da madrugada
Falem baixo, por favor
Prá que ela acorde alegre como o dia
Oferecendo beijos de amor
Tristeza não tem fim, Felicidade sim


*********
Compositores 
                                                           Haroldo Lobo - Niltinho

Niltinho Tristeza: compositor não se separa do seu violão
Niltinho Tristeza: compositor não se separa do seu violão


Embalado por uma dose de Fogo Paulista e curtindo enorme dor de cotovelo, Nilton de Souza teve sua maior inspiração. Passou para o papel a frase que martelava sua cabeça desde que a namorada lhe dera ofora e compôs uma das músicas brasileiras mais conhecidas até hoje, no Brasil e no exterior. 
O sucesso acabou fazendo com que ele incorporasse o título a seu nome artístico. 
Até hoje, quatro décadas mais tarde, o cantor e compositor ainda é conhecido como Niltinho Tristeza.
É bem verdade que em 1963 quando fez o samba, nada aconteceu. 
Somente três anos mais tarde, depois da parceria com Haroldo Lobo, Tristeza estourou nas rádios e passou a ser uma das músicas mais cantadas no Carnaval de 1966, na voz de Ari Cordovil: "Tristeza, por favor vá embora / minha alma que chora..."   
Nos anos seguintes, o samba ganhou várias outras regravações – 210 para ser exata –, no país e no exterior. E a vida de Niltinho nunca mais foi a mesma.
“Tudo o que tenho foi graças à música”, diz ele. Aos 68 anos, casado com Neuza Maria, de 64, o pivô de toda a história, Niltinho continua na ativa. Falante e animado, em nada lembra o apelido. Tampouco ficou como criador de um único sucesso. Com cerca de 150 sambas gravados, outros 80 guardados em fitas e mais alguns rascunhados em papel, ele emplacou também Chinelo Novo ("Eu vou sambar até gastar o meu chinelo novo / Quero esquecer a vida / Cair na avenida me perder no povo, amor..."), parceria com João Nogueira, em 1971. Composto para o Cacique de Ramos, foi outro sucesso do Carnaval daquele ano, quando o bloco saiu arrastando uma multidão que cantava a música pela avenida Rio Branco.



*    *    *    *    *                                                                     


"Tristeza por favor vá embora!"
"Quem nunca acordou sentindo-se triste, sozinha, com vontade de voltar para cama e acordar depois de uns 10 dias? Passam dias e nada de melhorar, crises de choro repentinas surgem sem explicação plausível, parece que dói até  a alma. Aí alguém lhe diz: é depressão! Sim, quem lhe disse pode estar certa! Mas nem sempre ela surge com esses sintomas, assim como nem sempre é o transtorno depressivo que resolveu bater à sua porta!


A depressão é um transtorno caracterizado por afetar o humor do indivíduo, gerando intenso sofrimento e tendo consequências sociais e físicas, afetando homens, mulheres, idosos e crianças, porém, com mais frequência às mulheres . As causas são múltiplas como, eventos externos (ex :morte de um familiar), predisposição genética, fatores sociais ou psicológicos, sendo que, muitas vezes não é possível determinar a causa com exatidão.


O diagnostico é clínico,  baseado em alguns itens, como os descritos abaixo:
- duração do sofrimento (mais de duas semanas);
-  sentimentos de culpa, de solidão, tristeza profunda;
- perda de interesse por atividades diárias e que lhe davam prazer;
- dores pelo corpo sem causa médica;
- falta de cuidados com alimentação (pode haver ganho ou perda de peso), higiene e vestuário;
- apatia, cansaço, e fadiga;
- pensamentos suicidas;
- afetam os  relacionamentos sociais e familiares;
- alteração do sono;
- ataques de ira contra outras pessoas;
- ansiedade.


O tratamento é de acordo com cada indivíduo e o tipo de depressão,  em alguns casos, com psicoterapia o restabelecimento ocorre de forma eficaz.  Já em outros que podem também estar presente sintomas psicóticos (alucinações e delírios) ou que incluem pensamentos suicidas, necessitam concomitantemente com a psicoterapia de tratamento farmacológico.


O relacionamento com pessoas que apresentam esse transtorno é muito delicado,  já que a realidade é sempre distorcida pelos mesmos. Dessa forma, é importante sabermos que não se trata de “frescura” e sim uma dor intensa, muitas vezes difícil até de ser externalizada com clareza.


Assim, se vocês se encaixam nesse quadro, o caminho é procurar orientação médica para que possa ser realizado o diagnostico com exatidão. Da mesma forma, se relacionam-se com pessoas deprimidas, sua grande colaboração será doses de carinho, amor e compreensão!"


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De: dasmariazinhas.com.br
http://www.dasmariazinhas.com.br/2011/06/tristeza-por-favor-va-embora.html#ixzz1iyjWBtTl
foto de Pierrot :
http://suzanabitterman.wordpress.com/2010/02/14/pierrot-e-colombina-anjos-do-meu-carnaval/


Que reste-t-il de nos amours ?



QUE RESTE-T-IL DE NOS AMOURS ?
(Paroles: Charles Trenet. Musique: Léo Chauliac 1942)


Ce soir le vent qui frappe à ma porte / Me parle des amours mortes
Devant le feu qui s' éteint / Ce soir c'est une chanson d' automne
Dans la maison qui frissonne / Et je pense aux jours lointains


{Refrain:}
Que reste-t-il de nos amours / Que reste-t-il de ces beaux jours
Une photo, vieille photo / De ma jeunesse
Que reste-t-il des billets doux / Des mois d' avril, des rendez-vous
Un souvenir qui me poursuit / Sans cesse


Bonheur fané, cheveux au vent / Baisers volés, rêves mouvants
Que reste-t-il de tout cela / Dites-le-moi


Un petit village, un vieux clocher / Un paysage si bien caché
Et dans un nuage le cher visage / De mon passé


Les mots les mots tendres qu'on murmure/ Les caresses les plus pures
Les serments au fond des bois / Les fleurs qu'on retrouve dans un livre
Dont le parfum vous enivre / Se sont envolés pourquoi?


http://www.youtube.com/watch?v=kPh3Ke30HxQ